2014, o ano que não existiu

E 2014 vai chegando ao fim!

Um ano atípico e que muitas pessoas falam que foi o ano que não existiu.

E vou explicar porquê dizem isso.

No Brasil temos o hábito de falar que o ano só começa depois do Carnaval e isso é um fato extremamente interessante (ou desinteressante??), porque de fato muitas empresas prorrogam seus investimentos somente para depois dessa data. Eu, particularmente, acho uma perda de tempo por parte das empresas. Para atrapalhar ainda mais, o Carnaval de 2014 aconteceu somente em Março.

Pois bem, quando o ano deveria começar surgiu a expectativa pela “sonhada” Copa do Mundo no Brasil, um megaevento sonhado por todos, tão propagado pelos governantes como o evento que deixaria um legado enorme ao país, mas que nos últimos meses carregava uma rejeição enorme diante dos protestos contra o abuso dos gastos públicos nunca explicados.

Com tamanha rejeição as empresas ficaram com muito medo de apostar suas marcas associadas a um evento que cheirava gastos excessivos em estádios que muitas vezes não terão mais nenhuma utilidade, fora as acusações em desvios de verbas.

E a copa começou cheia de desconfianças, conseguindo atrair um público muito menor que o esperado. Aos poucos, a nossa seleção foi vencendo timidamente e isso foi contagiando.

Mas de repente surgiu uma tal Alemanha, muito mais preparada e o resultado foi aquele fatídico 7x1 nunca visto antes na história desse país, como diria um certo ex-presidente.

O caos foi instalado e os últimos dias de Copa do Mundo mais parecia um eterno funeral.

Eis que o parecia que finalmente o Brasil iria acordar e se movimentar, mas tínhamos mais um detalhe por vir: uma eleição presidencial.

Se não bastasse a eleição presidencial, ela foi a mais disputada do nosso período democrático, sendo decidida por quase 1% de votos. Disputa essa que se arrastou até o último dia.

Passada a eleição tudo deveria caminhar, mas o Brasil se depara com uma enormidade de escândalos envolvendo a “gigante” Petrobrás que parecem não ter fim.

Mas o que esperar de 2015?

Sem dúvida nenhuma um ano de ajustes da economia, felizmente com uma oposição ao governo mais atuante, mais fiscalizadora, mas sem dúvida nenhuma um ano de arregaçar as mangas e voltar a colocar o Brasil nos trilhos, de fazer a economia interna reflorescer, de investimentos em produtividade.

Nesse aspecto a pequena e média empresa brasileira vai continuar mostrando sua força, gerando milhares de empregos diretos e indiretos e com certeza ajudando esse gigante a finalmente acordar.

Grande 2015 para todos nós!

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